O
Prefeito Fabiano Pedro está nesta Quinta (06) participando do primeiro
Seminário paraibano para apresentar o panorama das ações federais, a
proposta do Sistema Nacional de Participação Social, as discussões em
torno do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e o Plano
Juventude Viva.
O evento é realizado com o apoio da Prefeitura Municipal de João Pessoa - PB e do Governo do Estado da Paraíba na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes a partir da 9h e haverá palestras que serão apresentadas por especialistas da Secretária-Geral da Presidência da República.
O Sistema Nacional de Participação Social está sendo elaborado pelo Governo Federal e é fundamental que as lideranças sociais dêem sugestões para a construção coletiva desse Sistema. Da mesma forma, é essencial que as organizações sociais conheçam as discussões em torno do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, uma vez que os novos mecanismos que vão orientar a relação dos governos com as entidades sociais precisam compartilhados.
Construído por meio de um processo amplamente participativo, o Plano reúne ações que vão desde a criação de oportunidades de inclusão social e autonomia à oferta de equipamentos, serviços públicos e espaços de convivência em territórios que concentram altos índices de homicídio. Trata-se de um esforço inédito do conjunto das instituições do Estado para reconhecer e enfrentar a violência contra os jovens, somando esforços com a sociedade civil para a sua superação.
O evento é realizado com o apoio da Prefeitura Municipal de João Pessoa - PB e do Governo do Estado da Paraíba na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes a partir da 9h e haverá palestras que serão apresentadas por especialistas da Secretária-Geral da Presidência da República.
O Sistema Nacional de Participação Social está sendo elaborado pelo Governo Federal e é fundamental que as lideranças sociais dêem sugestões para a construção coletiva desse Sistema. Da mesma forma, é essencial que as organizações sociais conheçam as discussões em torno do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, uma vez que os novos mecanismos que vão orientar a relação dos governos com as entidades sociais precisam compartilhados.
Construído por meio de um processo amplamente participativo, o Plano reúne ações que vão desde a criação de oportunidades de inclusão social e autonomia à oferta de equipamentos, serviços públicos e espaços de convivência em territórios que concentram altos índices de homicídio. Trata-se de um esforço inédito do conjunto das instituições do Estado para reconhecer e enfrentar a violência contra os jovens, somando esforços com a sociedade civil para a sua superação.
Leonaldo Ferreira / ASCOM
